Curso de Fotografia

Glossário


 

— Ação paralela: —Forma de construção narrativa ou de montagem que apresenta alternadamente duas ou mais ações simultâneas. Em geral convergem para um mesmo tempo e espaço, mas também podem convergir ... para uma mesma idéia.

— Ângulo: —É determinado pela direção da câmera e pela abertura do ângulo de visão da lente em relação ao elemento filmado, representando assim uma unidade de ponto de vista.

— “Background Light”: — Luz, ou conjunto de luzes diretas ou refletidas, que nos mostra o fundo do Plano.

— “Back-light”: — Termo que se refere, genericamente, a qualquer “contraluz” usada em fotografia, ou seja, uma luz que vem por trás do objeto fotografado. Pode ser produzido por refletores, rebatedores ou pelo sol direto.

— “Back-projection”: —Truque de filmagem em que se projeta um filme por trás de uma tela semi-transparente, na frente da qual os atores (ou outros elementos a serem filmados) se movem ou atuam. Muito empregado tradicionalmente em cenas com som direto, ou quando é difícil ou dispendioso levar os atores ao lugar da ação. Atualmente foi substituído quase totalmente por outros recursos como o...

— “Blue Screen”: — Utilizado com frequência, a partir dos anos 70, na produção de imagens compostas “composites”. É uma evolução do efeito “dunning” para o cinema em cores. Filma-se o(s) objeto(s) ou ator(es) tendo atrás deles um fundo azul que será neutralizado em copiagens ou em computador de forma a se produzir “máscaras” e “contra-máscaras” (male-mattes, female-mattes).

— Cena: — É a unidade de tempo e espaço do filme, sendo que a ação se desenvolve em espaço e tempo contínuos. Pode ou não ser subdividida em planos e, até, equivaler a uma sequência (v.).

— “Composite”: — Nome dado a toda a imagem composta, ou seja, criada através da justaposição, inserção ou sobreposição de duas ou mais imagens geradas separadamente.

— Continuidade: — Perfeito ajuste de movimento, som, cenografia, ou da ação que se completa em duas cenas ou planos justapostos.

— Copião: — É a primeira cópia positiva das imagens filmadas; utilizado, tradicionalmente, para exame e escolha dos planos e para a montagem. Tende a desaparecer com a atual montagem eletrônica.

— Corte: — No filme montado, refere-se à passagem sem artifícios, direta, de um plano para o plano seguinte, sendo às vezes chamado enfaticamente de “corte seco”. Ver também: Cortinas, Fade-out/Fade-in e Fusão.

— “Croma Key”: — Versão, no sistema de vídeo, da separação ou recortes de imagens por cores, equivalente ao “Blue Screen” (v.). Seleciona-se uma cor que não será captada pela emulsão (filme ´fotográfico) ou pela célula sensível (vídeo), de forma a se poder aplicar uma outra imagem nesta área reservada.

— Decupagem: — Planejamento da divisão de um filme em planos. Originalmente os próprios roteiristas já faziam uma decupagem no seu próprio roteiro, que era seguida mais ou menos pelos diretores. Com o tempo se verificou ser uma preocupação inútil, já que os filmes melhor realizados eram justamente aqueles cuja decupagem era feita pelos seus diretores. Hoje já se convencionou ser uma função específica da direção.

— “Dolly”: — Veículo sobre o qual se coloca a câmera, em geral para movimentos em “travelling”. Pode ter um braço com movimentos vertical ou horizontal, como uma grua em miniatura, e pode ser movido com ou sem auxílio de trilhos.

— Dublagem: — Gravação dos diálogos de um filme, posterior à filmagem. Os atores, em um estúdio de gravação de som, assistem ao copião projetado e procuram sincronizar suas vozes com os movimentos labiais correspondentes.

— “Dupe negative”: — (“dupe” = “duplicating”) Outro nome para internegativo (v.). Pode, eventualmente, ser usado o correspondente “dupe positive”, no caso de se tratar do “master” (v.)

— Edição: — Ato de compor o filme a partir de seus fragmentos ou seja, é o ato físico da montagem (v.). Às vezes é usado como sinônimo para o acabamento geral de um filme.

— Efeitos especiais: — São os recursos ou “truques” técnicos, mais ou menos complexos, usados para criar ou “tornar possíveis” imagens cinematográficas que não podem ser filmadas de forma natural e direta. Podem ser óticos (de captação ou de finalização), cenotécnicos, mecânicos, físico-químicos, de “make-ups”, etc., ou mesmo das mais diversas combinações dos tipos citados.

— Enquadramento: — Atributo do ângulo de câmera que trata da composição ou distribuição dos elementos visuais dentro do quadro da imagem.

— “Fade” (“in” ou “out”): — É uma trucagem ótica realizada com as cenas filmadas, através da qual a imagem vai aparecendo gradualmente (fade in) vindo do preto ou do branco, ou desaparece (fade out) da mesma forma para o preto ou para o branco.

— “Fill light”: — Literalmente é traduzido como “luz de preenchimento”, mas o termo se refere, mais precisamente, à maior ou menor visualização das imagens cobertas pelas áreas de sombra. Trata-se de “sentir”, mais ou menos, as imagens das áreas sombreadas. É, portanto, uma luz que se usa para suavizar as sombras.

— “Flash-back”: — Plano, Cena, Sequência, Parte de um filme, ou mesmo um filme inteiro, que evoca, descreve visualmente uma ação passada. Pode ser uma pura referência objetiva, informativa, quando sua narrativa não pertence a nenhum personagem do filme, como também pode ser a lembrança subjetiva de algum personagem específico, que lembra e/ou narra, sendo mostrada ao espectador.

— Fotograma: —Cada uma das fotografias, ou imagens fixas, isoladas que compõem a película de filme impresso. É a unidade de movimento do filme.
— “F number”: — Os números que identificam o grau de abertura do diafragma das lentes (ver “F-stop”).

— “Frame” : (V. Fotograma)

— “Freeze” (congelamento): — É uma trucagem ótica com a qual se imobiliza a imagem, copiando-se um mesmo fotograma quantas vezes forem necessárias para determinar a duração dessa imobilidade.

— “Fresnel”: — Refletor fechado por uma lente de relevos concêntricos que tende a intensificar sua luminosidade pela concentração do foco luminoso. Provoca, por isso, uma luz mais “cortante” com sombras mais definidas.

— “F-stop”: — É o grau de abertura entre um “F number” e o seguinte. Coloquialmente nós nos referimos a “abrir ou fechar um stop”, conforme desejamos que se abra ou feche 1 F number.

— Fusão: — Sobreposição parcial na transferência de uma cena para outra, sendo que a primeira desaparece gradualmente e, simultâneamente, vai sendo substituída pela outra que vai aparecendo também gradualmente. É um “fade out” (v.) para o preto, simultâneo a um “fade in” (v.) do preto.

— “Glare” (pronuncia-se ´glér`): — Brilho intenso que atinge um ponto específico da Cena ou Plano filmado, para chamar atenção a este ponto ou apenas como efeito plástico.

— Granulação: — A emulsão fotográfica de uma película é composta de minúsculos grãos que podem ser maiores ou menores e cujo formato molecular tem variado conforme a evolução técnico-científica deste material. Conforme a relação entre o tamanho do fotograma e o tamanho da tela em que ele será projetado, estes grãos serão mais ou menos perceptíveis. Ex.: Ao projetarmos um filme de bitola pequena, como um super-oito, numa tela muito grande, os grãos serão mais perceptíveis. Por outro lado, filmes com emulsão mais sensíveis à luz, terão maior granulação.

— Grua: — Maquinismo provido de um braço basculante (com 4m ou mais), na extremidade do qual se coloca a câmera (com ou sem o operador). Este braço se move para todos os lados e sua base pode fazer “travelling” (v.) com ou sem trilhos. É similar a uma “Dolly”, porém maior.

— HC: Sigla para “High Contrast”, ou seja, material para “máscaras” (ver “mattes”) ou letreiros de alto contraste, com pretos e transparências absolutos, usados nas trucagens óticas.

— HMI: — Tipo de refletor fechado, em geral de alta intensidade de luz, que permite uma maior compatibilidade com a luz solar ou mesmo sua substituição. É muito freqüente seu uso em externas como “fill-light” (v.).

— “Intermediate”: Nome dado, genericamente, aos interpositivos (“masters” - v.) e , ou seja, aos materiais intermediários tirados à partir do negativo original, que servem para gerar outros intermediários, ou ainda as cópias, “máscaras” (v. “mattes”), etc..

— “Key light”: — É a luz “principal” que ilumina uma Cena. A luz que define a natureza essencial do principal elemento em Cena.

— “Kicker”: — O termo é usado em referência ao refletor fechado, de luz direta, usado nos “back-lights” (v.), que busca “acentuar”, dar ênfase ou destaque a algum ponto (detalhe) iluminado.

— “Master” (“interpositive”): — Cópia positiva com perfuração justa, como a do negativo, que é tirada do negativo original, com granulação fina e pouco contraste, usada para se extrair dela um novo negativo. Normalmente é usada para trucagens ou para tiragem de um outro negativo de segurança. Também chamado “intermediate positive”.

— “Mattes” (pronuncia-se ´méts`): — No Brasil chamamos máscaras e é o nome que se dá ao material fílmico de alto-contraste (HC - v.) usado nas trucagens em que se quer combinar duas imagens produzidas ou captadas

separadamente, convertendo-as em uma só imagem (“composites” - v.). Elas são colocadas entre o interpositivo (ou “master” - v.) e o internegativo (v.) final, de forma a reservar a área onde será impressa a outra imagem ou, se esta já tiver sido copiada, evitar que a segunda imagem a ser copiada se sobreponha à primeira. Em outras palavras, a “máscara” determina o limite onde termina uma imagem e começa a outra. A cópia em alto contraste desta máscara, chamamos de contra-máscara (em inglês, “male matte” e “female matte”).

— “Mired” (pronuncia-se `maired´): — Sigla que representa, em inglês, “Micro reciprocal degrees”, ou, traduzindo literalmente: Graus micro-recíprocos. Refere-se às conversões de valores micro-numéricos (“mired values”) de duas ou mais tabelas entre si.

— Mixagem: — União de duas ou mais trilhas sonoras, já sincronizadas, para se obter uma única trilha com o volume dos sons já balanceado. É feita num estúdio de som com projeção do copião montado em anel , exibido em sincronismo com as diversas “bandas de som” que compõem a trilha do filme também em anel (o que permite a exibição contínua de todo o material).

— Montagem: — É o nome que se dá à construção de uma cena por planos, de uma sequência por cenas, das partes (princípio, meio ou fim) por sequências ou, finalmente, de um filme por partes . É o trabalho criativo que precede a edição ou acabamento geral de um filme, determinando a estrutura geral de sua linguagem rítmica. Pode e deve ser prevista, em termos gerais, a partir do roteiro.

— Moviola: — Este nome vem de uma marca americana de um aparelho para editar (montar) filmes, e passou a ser usado genericamente para designar qualquer editor não eletrônico de filmes.

— Negativo de som: — Película negativa de alto contraste (ver HC), que tem apenas o som ótico impresso numa das laterais do quadro e que foi copiado de uma fita magnética perfurada de forma a manter o sincronismo do filme.

— “Nomograph”: — Nomógrafo, ou seja, um gráfico que tem por objetivo facilitar representações matemáticas, como no caso de comparações e conversões de tabelas, transferências de valores matemáticos, etc.. Sobre as medidas que são utilizadas ali, ver “Mired”.

— “Over shoulder” [‘sobre o ombro’]: Plano em geral usado num ‘contracampo’ (no decorrer de um diálogo), no qual se tem enquadrada parte do corpo de um dos interlocutores, em geral o ombro e parte da cabeça, estando ele de costas ou meio perfil. Essa angulação também pode acontecer em outras situações, sempre que desejemos transmitir o ponto de vista de quem vê “com o personagem”.

— Panorâmica: — Movimento da câmera em torno de seu próprio eixo, seja este movimento vertical, horizontal, oblíquo ou misto. Esse nome passou a ser usado em cinema como uma analogia do movimento visual em relação a um panorama, ou seja, como o movimento giratório que fazemos com a cabeça ao apreciar uma paisagem. Como os movimentos similares com uma câmera podem sofrer alterações infinitas, como quando acompanhamos a movimentação de qualquer elemento em movimento, generalizamos levando em consideração a característica técnica do movimento da câmera (ver também “travelling” e “tilt”).

— Partes: — Termo usado eventualmente para determinar blocos grandes de ações dramáticas, mais ou menos equivalentes aos Capítulos de um livro, aos Atos de uma peça de teatro, ao conceito genérico de Princípio, Meio e Fim, ou ainda: Prólogo, Desenvolvimento Dramático e Epílogo (ou Conclusão).

— Plano (1):Unidade elementar de ponto de vista. Neste sentido, que pertence à montagem (v.), ele se refere à continuidade da imagem entre dois cortes (v.) (ou outras formas de passagens para outro ângulo de visão, como “fades “(v.), fusões (v.), etc.). Assim, abrange o sentido do termo Plano (2).

— Plano (2): — Este termo também é usado para definir a noção que temos, ao vermos o filme, da distância da câmera ao objeto filmado. Assim, ele determinará a área que temos para o enquadramento. E escrita tradicional de roteiros decupados criou diversos termos que definem aproximadamente os diversos tipos de Planos, como por exemplo (do geral para o particular): Plano Geral, Plano Médio, Plano Americano, Primeiro Plano, Close Up, Plano de Detalhe (Insert), etc..

— Plano-sequência: — Caso em que o plano (1), equivale a uma sequência, podendo se constituir de uma ou mais cenas. No caso da sequência de abertura de “Touch of Evil”, de Orson Welles, a “mise-en-scène” determina, dentro de um mesmo plano, algumas cenas (por variação de espaço cênico). Ver Cena, Plano (1) e Sequência.

— “Play-back”: — Processo inverso ao da dublagem. Reproduz-se uma banda sonora no local da filmagem, e os atores falam, cantam ou dançam, usando o som como guia, sincronizadamente.

— Sequência: — É uma divisão mais genérica, do que o plano ou a cena, e se caracteriza pela unidade de ação. É um termo mais vago, relativo e arbitrário, geralmente utilizado nos roteiros para as subdivisões das Partes (v.). Sequências podem se entrelaçar, ou até se desenvolver paralelamente. Uma Sequência poderá, também, coincidir com uma Parte (v.), ou estar contida numa Cena (v.) ou até um Plano (v.) quando será chamada, então, de Plano-sequência (v.). A utilização da divisão por Sequências é opcional e só interessa ao próprio roteirista, quando ele achar necessário. Em geral não aparece num roteiro acabado.

— “Shift Value”: — Este termo se refere aos “valores de transferência” que permitem calcular a correspondência dos diversos valores de duas ou mais tabelas inter-relacionadas (ver “nomograph”).

— Sincronismo: — Ajustamento de cada som (vozes, ruído, música) à imagem à qual pertence ou vice-versa. Este termo está diretamente relacionado com a dublagem (v.), a mixagem (v.), o som direto (v.) ou o play-back (v.) e edição (v.) em geral.

— Sobre-impressão: — É a sobreposição de duas ou mais imagens. Elas podem se confundir, ou estar bem visíveis quando, por exemplo, as partes iluminadas de uma coincidem com as partes escuras da outra cena. Também é uma forma de “composite” (v.).

— Som direto: — Processo de registro dos sons das falas dos atores durante a filmagem, considerando-se que será, este mesmo som, utilizado na montagem do filme.

— “Steadycam”: — Recurso para “câmera-na-mão” estável. É um suporte especial com um sistema amortecedor e munido de um “video-assist” como visor, que se adapta ao corpo do “câmera man”, de forma a absorver as trepidações de seu corpo em movimento, produzindo uma imagem estável.

— “Stock-shot”: — Arquivo de sobras de material filmado, organizado de forma a poder fornecer planos de possível utilização em futuros filmes. Em geral são cenas de produção cara e/ou difícil, e facilmente adaptáveis, como: cenas de por de sol, explosões, acidentes, cenas de cavalaria, paraquedistas, paisagens evocativas ou simbólicas como Pão de Açucar, Torre Eiffel, etc..

— “Stop-motion”: — É a utilização, em cinema ou vídeo, de imagens estáticas, montadas uma após outra, podendo estar ou não relacionadas, mas elas serão sempre passíveis de criar um certo ritmo. Assim, pode-se considerar como uma variação do desenho animado, mesmo porque um “stop-motion” de imagens é geralmente filmado numa mesa de animação (“table-top” - v.).

— “Table-top”: — Aparelho em forma de mesa onde são filmados os desenhos animados, os filmes em “stop-motion”, etc.. A câmera filma de cima para baixo e sobre a mesa, podendo ser transparente e/ou giratória, há pinos-guia de encaixe para os desenhos, de forma a manter sempre um mesmo registro.

— “Tilt”: — Um nome específico que se dá, em alguns lugares, para o movimento panorâmico vertical (ver “panorâmica”).

— Tomada: — Película impressionada correspondente a um Plano. O termo é usado para determinar cada uma das vezes em que um mesmo Plano é rodado, até que haja um suficientemente bom ou correto. É um dos números indispensáveis numa claquete.

— “Travelling”: ( de “to travel”= viajar, se mover, sair do lugar) — Movimento de câmera em que esta se desloca do seu eixo. Ex.: carrinho (ver “dolly”) com ou sem trilhos, câmera dentro de um veículo em movimento, cadeira de rodas, câmera na mão (ver “steadycam”), grua, helicóptero, etc..

— “Travelling Matte”: — Dá-se esse nome aos “mattes” (v.), quando o limite de encontro ou justaposição das duas ou mais imagens a serem combinadas (v.composites), vai variar de posição no decorrer do plano, o que acontece, em geral, em imagens com movimento de câmera.

— Truca: — Aparelho de reprodução ótica de filmes com recursos para criar efeitos especiais de natureza fotográfica, como fixação de fotogramas, sobreposições, fusões, acelerações, retardamentos, aproximações, inversões de movimentos, etc., inventado pelo fotógrafo francês Henri Burel e pelo engenheiro Debrie.

— Trucagem: — É o nome que se dá, genericamente, a todo o efeito ótico realizado no filme a partir do negativo rodado, realizados tradicionalmente na mesa de truca, ou ainda, modernamente através de computação, digitalmente. Ex.: fusões, fade in ou fade out, freeze, sobreimpressão, máscaras, alterações da velocidade do plano por aceleração ou retardamento, inversão de movimentos, realização de “composites” através de máscaras e contra-máscaras, etc..

— “Zoom”:Uma ilusão de movimento de aproximação ou afastamento da câmera, obtida com a lente do mesmo nome, girando-se um dos anéis da lente. Ao afastamento chamamos “zoom out”, e à aproximação chamamos “zoom in”. Em outras palavras, uma lente que pode se converter gradativamente de grande-angular a tele-objetiva.


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